Bolsas: Quantas ter? Como usá-las? Qual escolher?
A bolsa é praticamente a extensão do corpo de uma mulher. Com todo o simbolismo que ela carrega, leva também um pouquinho de tudo o que é seu: sua casa, sua família, seu trabalho sua vida amorosa e sua vaidade. Abrigo de segredos e intimidades, a bolsa reflete a personalidade de sua dona, desde o interior, com suas organizações peculiares, até seu exterior, que transmite um pouco daquilo que ela deseja aparentar.
A força da bolsa
Na moda a bolsa é símbolo de status. Basta uma boa marca para garantir à mulher certo destaque. Mas isso não acontece à toa. Faz parte do esforço das grandes corporações de moda criar um produto que atenda aos anseios de luxo, mas que, ainda assim, esteja ao alcance de grande parte do público consumidor, que nem sempre pode gastar em roupas caras. A bolsa é um investimento que compensa pela sua durabilidade e por sua facilidade de venda – não necessita grades de numeração, serve em qualquer um – e é facilmente visto e reconhecido. Portanto a divulgação da “bolsa da vez” é parte decisiva da estratégia das marcas (principalmente estrangeiras) na busca por visibilidade e prestígio.
Mesmo reconhecendo as estratégias da indústria do consumo, é difícil não cair de amores pelo último lançamento da Fendi ou da Prada. Não ficar sonhando em adquirir uma Chanel clássica, de matelassê, corrente e tudo o mais que temos – ou deveríamos ter! – direito. Não ficar namorando a última Dior que saiu do forno, linda, com uma cor maravilhosa, chiquérrima, de Paris.
Desafio: aliar estética e utilidade
Mesmo desejando ter uma bolsa nova a cada semana, que renove os looks de seu closet, a realidade da mulher contemporânea é bem outra e são poucas as que podem ter várias peças diferentes. E você há de convir que dá um trabalhão ficar trocando de bolsa todo dia, organizando tudo de novo dentro dos bolsinhos, decidindo de manhã bem cedo qual a bolsa que combina com aquela saia verde nova… É bem melhor usar esse tempo pra conversar com o marido ou ler um artigo sobre cultura no jornal, não é? Enfim, o cotidiano maluco da cidade não auxilia muito nosso ambicioso plano de estar sempre com um visual novo. Para isso é bom criar uma estratégia, que possa durar toda uma estação.
A bolsa é praticamente a extensão do corpo de uma mulher. Com todo o simbolismo que ela carrega, leva também um pouquinho de tudo o que é seu: sua casa, sua família, seu trabalho sua vida amorosa e sua vaidade. Abrigo de segredos e intimidades, a bolsa reflete a personalidade de sua dona, desde o interior, com suas organizações peculiares, até seu exterior, que transmite um pouco daquilo que ela deseja aparentar.
A força da bolsa
Na moda a bolsa é símbolo de status. Basta uma boa marca para garantir à mulher certo destaque. Mas isso não acontece à toa. Faz parte do esforço das grandes corporações de moda criar um produto que atenda aos anseios de luxo, mas que, ainda assim, esteja ao alcance de grande parte do público consumidor, que nem sempre pode gastar em roupas caras. A bolsa é um investimento que compensa pela sua durabilidade e por sua facilidade de venda – não necessita grades de numeração, serve em qualquer um – e é facilmente visto e reconhecido. Portanto a divulgação da “bolsa da vez” é parte decisiva da estratégia das marcas (principalmente estrangeiras) na busca por visibilidade e prestígio.
Mesmo reconhecendo as estratégias da indústria do consumo, é difícil não cair de amores pelo último lançamento da Fendi ou da Prada. Não ficar sonhando em adquirir uma Chanel clássica, de matelassê, corrente e tudo o mais que temos – ou deveríamos ter! – direito. Não ficar namorando a última Dior que saiu do forno, linda, com uma cor maravilhosa, chiquérrima, de Paris.
Desafio: aliar estética e utilidade
Mesmo desejando ter uma bolsa nova a cada semana, que renove os looks de seu closet, a realidade da mulher contemporânea é bem outra e são poucas as que podem ter várias peças diferentes. E você há de convir que dá um trabalhão ficar trocando de bolsa todo dia, organizando tudo de novo dentro dos bolsinhos, decidindo de manhã bem cedo qual a bolsa que combina com aquela saia verde nova… É bem melhor usar esse tempo pra conversar com o marido ou ler um artigo sobre cultura no jornal, não é? Enfim, o cotidiano maluco da cidade não auxilia muito nosso ambicioso plano de estar sempre com um visual novo. Para isso é bom criar uma estratégia, que possa durar toda uma estação.

Claudia Pinange - Ponto Chic
ResponderExcluirAs peças sçao lindas!!!
Criatividade nota MIL!!!
Beijos!